terça-feira, 16 de setembro de 2008

I Congresso da CONLUTAS


Este ano ficou marcado na história do Movimento Sindical, Popular e Estudantil do Brasil, pois ocorreu entre os dias 03 e 06 de Julho em Betim o I Primeiro Congresso da Coordenação Nacional de Lutas- CONLUTAS. Congresso que reuniu mais de três mil companheiras e companheiros na perspectiva de construção de uma alternativa de luta a serviço da classe trabalhadora, dos grupos oprimidos, dos estudantes, dos movimentos populares e etc. E onde nós estávamos??? O P@je estava lá, confiram algumas fotos.
Abertura Oficial
Esta bandeira esteve presente num dos momento mais emocionantes do Congresso!
Na CONLUTAS a mulher também tem espaço de discussão, a CONLUTINHAS recebeu as crianças filhas de militantes.
Durante a ida debatemos sobre a organização da CONLUTAS Ceará
Chegamos nóis!! (Essa é do tempo em que Danilo era gordinho...)

Encontramos o povo de Belém por lá!!!


Martinho resolveu que era hora de fazer fichamento... Vai entender esses militantes neh?!?


Pessoa bonita, neh?!? (Tá, momento poser)

E os companheiros da Bolívia?!? Também estavam lá, eles e mais muitos outros da América Latina
Ow povo que come, olha a felicidade de Arthur lá atrás, Danilo nem se fale, só vê o prato! E Martinho, com essa boca aberta?!? Mas também ó o tamãin do bucho de Jordanna!

Moção de Repúdio ao REUNI


MOÇÃO DE REPÚDIO AO REUNI

A Rede Nacional de Assessorias Jurídicas Universitárias (RENAJU), por meio de seus representantes reunidos no X Encontro da Rede (X ERENAJU), vem a público repudiar por completo o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, REUNI. Isso porque entendemos que ele representa um ataque às Instituições Federais de Ensino Superior Público, posto que seus principais objetivos atentam contra a qualidade da universidade pública, ao estabelecer em 1/18 a relação professor/aluno e em 90% a taxa de conclusão média dos cursos presenciais (Decreto nº 6096, de 24 de abril de 2007, art. 1º, § 1º). Isso em detrimento do investimento da pesquisa e da extensão, já que o REUNI não prevê aumento de recursos para essas duas atividades universitárias, apesar do aumento de estudantes, transformando as universidades em grandes “escolões superiores”. Não somos contra a expansão da universidade, porém, o somos se essa expansão for à custa de sua qualidade.
O aumento de vagas ocasionado pelo REUNI não segue o aumento proporcional de professores, o que significa uma perda significativa tanto no ensino quanto na pesquisa e na extensão. O número de professores da universidade é calculado a partir do tipo de regime e da carga horária a que cada professor está submetido. Antes, o professor substituto era diferenciado de acordo com a sua carga horária, tendo como taxa o índice de 0,4 para 20 horas/aula e 0,8 para 40, sendo que o professor efetivo de dedicação exclusiva corresponde a 1,55. Com a Portaria Interministerial nº 224, de 23 de julho de 2007, há uma alteração nesse cálculo: o professor substituto corresponderá ao índice 1,00, independente da sua carga horária, mantendo-se os demais índices. Isso significa uma desvalorização do professor de dedicação exclusiva, o que prejudica ainda mais o tripé universitário: ensino, pesquisa e extensão.
Repudiamos também a forma anti-democrática com que o famigerado projeto foi aprovado na grande maioria dos respectivos órgãos e conselhos universitários. Não houve discussão com a comunidade acadêmica, passando por cima dos princípios que regem a universidade, ao se aprovar, a portas fechadas, a proposta do governo federal. Entendemos que uma universidade democrática e autônoma passa necessariamente pela participação de tod@s que a compõem, inclusive decidindo seus caminhos em reuniões deliberativas dos Conselhos Universitários.
Queremos, ainda, manifestar a nossa solidariedade aos/às companheir@s que ocuparam Reitorias por todo o Brasil, em uma mostra legítima de revolta contra a mercantilização do ensino e a falta de debate nos espaços de decisão. Não hesitamos em dizer que a forma truculenta com que esses espaços públicos foram desocupados – a exemplo da UFBA, dentre mais de 20 outras – mostra a total falta de interesse deste governo em debater a fundo as questões pertinentes à universidade pública.
Por fim, gostaríamos de enfatizar que a construção de uma educação pública de qualidade não se faz através de aprovação de Decreto, tampouco com o aumento de vagas sem os respectivos aumentos do número de docentes, de políticas de assistência estudantil e da estrutura universitária, investimentos necessários para garantir o tripé ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO. A RENAJU reafirma seu apoio às manifestações legítimas de desaprovação ao REUNI e em defesa de uma UNIVERSIDADE pública, gratuita, democrática, autônoma, de qualidade e POPULAR.

Rede Nacional de Assessoria Jurídica Universitária - RENAJU

Mais algumas fotos do XXI ERED/ERAJU

Apresentação dos Irmãos Aniceto, simplemente perfeito!!!
Jordanna, Plínio, Martinho e Fernando... Ow turma porreta!
Apresentação do Reisado do Crato (um dos...)
E no meio da folia lais tavam eles! (Nadja, minha fía pare de tomar essas coisas!)

Nosso ERAJU foi show!! Num dos lugares mais bonitos do Colégio Agrícola

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

XXI ERED/ERAJU - Cariri - INESQUECÍVEL! ! !


Sem palavras... com um considerável atraso, mas aí estão algumas das fotos! ! !



O Plínio de Arruda Sampaio é gente boa demais! ! !




Valeu! !

domingo, 13 de abril de 2008

MOÇÃO DE APOIO E SOLIDARIEDADE À JORNADA DE LUTA DAS MULHERES CAMPONESAS

A Carvoaria Industrial da Empresa Ferro Gusa Carajás, subsidiária da Vale, encontra-se instalada, há três anos, no Município de Açailândia, no Maranhão. Situada a 800m da Agrovila do Assentamento Califórnia, que existe há 12 anos, a Carvoaria é alimentada pela produção da monocultura de eucalipto que circunda o Assentamento. A comunidade do Assentamento Califórnia sofre graves agressões oriundas da fumaça expelida no processo de queima do eucalipto, ocasionando muitas doenças cardiorrespiratórias e atingindo, principalmente, crianças e idosos.

Nesta conjuntura, no dia 8 e março do corrente ano, mulheres organizadas em torno da Via Campesina encamparam um ato político nas instalações da Carvoaria Industrial da Empresa Ferro Gusa Carajás. A ação teve início com uma marcha na BR Belém-Brasília, em direção às instalações da Empresa e culminou na ocupação da indústria carvoeira Ferro Gusa Carajás, em protesto, principalmente, à enorme quantidade de fumaça emitida pela fornos e ao deserto verde que surge através da plantação do eucalipto, o que inviabiliza a produção de alimentos da agricultura familiar no Assentamento.

O ato mencionado se insere no contexto da jornada de luta das mulheres contra o modelo do agronegócio, no qual a monocultura do eucalipto se enquadra no projeto político-econô mico ditado pelos interesses das transnacionais. Essa política concentradora de terras, voltada para a exportação e para o lucro, não garante sequer alimentos necessários para a sobrevivência do povo brasileiro. Em contra-partida, o modelo de agricultura familiar, defendido pelo Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais sem Terra – MST, representa a principal fonte geradora de alimentos e empregos.

A grande mídia, aliada aos interesses do capital financeiro, criminaliza ações de movimentos sociais que atuam na defesa de direitos humanos, desconsiderando a sua legitimidade e desrespeitando uma pauta histórica de lutas sociais contra-hegemô nicas. Nessa medida, a ação das mulheres do campo não pode ser avaliada a partir da lógica midiática. A análise deve ser feita de acordo com o contexto de lutas pela efetivação do direito à vida, englobando a questão da terra e do meio ambiente, com o objetivo de construir uma sociedade justa e democrática, que se contraponha ao modelo capitalista.

Dessa forma, a juventude organizada de estudantes da Rede Nacional de Assessoria Jurídica Universitária (Renaju), expressa total apoio e solidariedade à luta das mulheres camponesas contra o agronegócio e toda a política econômica neoliberal pautada no massacre dos trabalhadores e trabalhadoras do campo. Denunciamos, ainda, as arbitrariedades da Carvoaria Industrial da Empresa Ferro Gusa Carajás e os meios de comunicação da mídia burguesa que criminalizam os movimentos sociais e populares.

Rede Nacional de Assessoria Jurídica Universitária - RENAJU:

CAJU – Centro de Assessoria Jurídica Universitária – UFC
CAJU – Centro de Assessoria Jurídica Universitária – Sapé Tiaraju – Passo Fundo/ RS
CAJUÍNA – Centro de Assessoria Jurídica Universitária Popular de Teresina – UFPI
CAJUP – Centro de Assessoria Jurídica Universitária Popular - Mandacaru - CEUT – PI
NAJUC – Núcleo de Assessoria Jurídica Comunitária – UFC
NAJUC – Núcleo de Ass. Jur. Univ. Comun. – Justiça e Atitude – Instituto Camilo Filho - PI
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Popular – PUC – RS
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular – UERJ
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Popular – Direito nas Ruas – UFPE
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular – UFG
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular – Roda Viva – UCS / RS
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular – Isa Cunha – UFPA
NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular – Negro Cosme – UFMA
NAJUPAK – Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular Aldeia Kaiapó – UFPA
NEPE – Núcleo de Estudos e Práticas Emancipatórias - UFSC
NIJUC – Núcleo de Interação Jurídica Comunitária – UFSM / RS
PAJE – Programa de Assessoria Jurídica Estudantil – URCA / CE
Projeto Estação de Direitos – RN
SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Popular – UNIFOR / CE
SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária – USP
SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária – UFRGS
SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária – UFBA
SAJUP – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária Popular – UFPR

sexta-feira, 4 de abril de 2008

X ERENAJU 2008 - São Luiz - MA


O Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular “Negro Cosme” – NAJUP Negro Cosme –, projeto de extensão da Universidade Federal do Maranhão, convida os projetos da Rede Nacional de Assessorias Jurídicas Universitárias – RENAJU, e a quem mais interessar, para o X ENCONTRO DA REDE NACIONAL DE ASSESSORIAS JURÍDICAS UNIVERSITÁRIAS.

O Encontro tem o objetivo de fortalecer a articulação dos projetos vinculadas à Rede, integrar novos projetos à Rede, promover discussões e aprofundamentos atinentes à defesa e efetivação dos Direitos Humanos, incentivar a produção acadêmica, avaliar a atuação da Rede no último ano, formular diretrizes para uma atuação em rede, bem como fomentar a formação de novos projetos de assessoria jurídica universitária.

O X ERENAJU realizar-se-á entre os dias 19 e 23 de março de 2008 no Hotel-Fazenda Maracanã em São Luís - MA.

E o pessoal pajean@, Jordanna, Danilo e Martinho também participaram dessa belezura de encontro, emocionante; todos voltaram bem animados, e relatarão pra todos por aqui todos os mínimos dessa maravilha. Pois que certamente esse evento marcou bastante não só a vida estudantil dos participantes, mas mexeu profundamente no corações e mentes de todos.

Algumas fotos retiradas do drive virtual XERENAJU - agradecemos a toda a RENAJU pela disponibilzação e força de vontate de todas as AJUP'S. Valeu pessoal, força sempre.


Poesias Pajean@s

ARREMEDO
Eu sei que não é desatino
Nem trote de poldo melado,
Pois quero lhe falar um segredo
Dum fato já de maltisinado
Das pedras que caem no dedo
E partem para o seu furtado.

Meu caro amigo falante
Das horas que ninguém num sabe
Eu peço que não me apavore
Porque tô com medo que acabe
Então, que o leão me devore
E as cabras berrando se babe.

Nas minas da riba de cima
Nos matos das bandas de baixo
Falaram pra mim que de um jeito
Ou de outro arrancam o cacho
De dentro para fora do peito.
Se perde, depois eu num acho.

Pulando do lombo do bicho
Vaqueiro das ancas quebrado
Pisaram no rabo da gia
Que tinha me arremedado
A luz da cozinha acendia
De noite no tanger do gado

Com um copo de água na mão
Cortaram o fio de energia
Pegaram Paulinho de Vicente
Cantando uma tal melodia
As plantas plantadas recente
Na rua o povo comia.

O que importa é o principal
O resto já tem quem o diga
Que de acessório não passa
O veio que canta cantiga
Na lua, caçador não caçado
À noite, ô dor de barriga.

Nas penas de uma galinha
Porco não come capote
Sei que eu não morro de medo
Só bebo água do pote
Tenho raiva de arremedo
E duns caba que parece mangote.
Seu moço não é brincadeira
As estrelas, caladas, palhaço
Sei lá se o besouro ferrou
Lampião foi o rei do cangaço
Na prisão o vidente errou
Vaqueiro bom não erra laço.

Balbino, valente soldado
Brincadeira de arrancar os dente
Homem duro num perde a espora
Sulamita beirando uma serpente
Correnteza me leve agora
Era frio naquela noite quente.

Da pasta que arrancaram do tiro
Sobrou dois palitos de dente
Pararam as obras da ponte
Do rio Piranhas carentes
Salmão de batuque do Conde
Menino sabido é parente.

Sai daí cansanção que coça
De grama pra nós jogar bola.
Dos outros eu só quero a palhoça
Pintando com tinta de cola;
Talvez eu plante uma roça.
Eita! Caba do andado descente.
Autor: Martinho Olavo Gonçalves e Silva.

JUAZEIRO
Observo as luzes,
e sei que vc está lá,
pensando no que fazer.
Enguanto penso em você.
O vento frio,
traz o teu perfume,
e lembro do calor de teu corpo.
Que meus pês,
consigam te encontrar,
e meus sussuros,
te encantar.
(01/03/08)

REENCONTRO
Depois de tanto tempo esquecidos,
ainda quardo o mesmo silêncio,
sua voz ainda é a mesma.
O meu sorriso,
agora comtempla o teu.
Espero um novo encontro,
enguanto imagino o teu olhar.
25/02/2008

AVÔS/AVÓS
È um José como todos os outros,
e com olhos azuis.
Para alguns um homem encantador,
para mim, encantado.

E esse José encatando,
se encantou por uma Izaura,
a mais livre e guerreira entre elas.
Um casal como todos os outros.

Eternos para a familia,
eternos por seu amor,
eternizados por um poema.
10/02/2008

*José e Izaura são meus avos maternos que completam este ano 60 anos de casamento, pequena homenagem, singela.

COMO CRIANÇA
O mundo em guerra,
mães chorando por seus filhos,
gays espancados,
indios queimados,
negros escrevizados,
mulheres estrupadas,
e eu me protegendo,
debaixo do meu cobertor.
09/02/2008

CHORO
As vezes choro sozinho,
pela noite, pelo mundo,
pela dor solitaria, pelo amor,
amor às crianças e aos sábios,
amor a todos e a todas.
Choro para me protege do mundo.
Choro pra me esconder do mundo.
Apenas choro...
09/02/2008

E SE...
E se tudo fosse diferente...
Será que as flores lembrariam o ódio?
ou o vôo dos passaros a prisão?
os homems seriam apenas homens?
o sertão seria mar?
Seria Antonio aconselhado?
e eu um poeta?
09/02/2008
Autor: Phelipe Bezerra Braga



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

XXI ERED/ERAJU 2008 - CRATO - CEARÁ


XXI ERED/ERAJU 2008 - CRATO - CEARÁ

21 a 24 de Maio


XXI Encontro Regional de Estudantes de Direito e Encontro Regional de Assessoria Jurídica Universitária

CRATO/CEARÁ - 21 a 24 de maio

“20 anos de ConstituiÇÃo. ParabÉns! Por quÊ?”

O ERED/ERAJU é um encontro de debates acerca de variados temas do Direito, e é também um evento de mobilização política de estudantes, porque discute as questões mais relevantes do atual cenário jurídico e político do país.

Este evento é parte do calendário da Federação Nacional de Estudantes de Direito (FENED), que é divida em de quatorze regionais. A nossa é a Regional III, que congrega os Estados do Ceará, Piauí e Maranhão.

O tema principal do Encontro deste ano são os 20 anos da Constituição de 1988 (20 de Constituição: Parabéns! Por quê?). Ocorrerão debates, painéis, grupos de trabalho e apresentação de trabalhos científicos acerca da Carta Constitucional vigente. Esta discussão é fundamental para o avanço da democracia brasileira, pois, após 20 anos, já é possível avaliar as repercussões que o Texto Constitucional provocou na esfera pública deste país, e, de porte dessa avaliação, abordar quais os caminhos a serem seguidos no âmbito do direito e da política nacional.

As inscrições para participar de todas as atividades do evento serão em breve iniciadas.

Para quem se interessar em APRESENTAR TRABALHOS, A INSCRIÇÃO NESTA MODALIDADE SERÁ DE 15 DE FEVEREIRO A 4 DE ABRIL. CONFIRA OS DETALHES FAZENDO O DOWNLOAD DA CHAMADA DE TRABALHOS - (www.urca.br) - o site ainda está em desenvolvimento e logo estará no ar! !

Apresentação de Trabalho
Categoria
Valor R$
Estudantes de Graduação
10,00
Professores/Estudantes de Pós-Graduação/Profissionais
20,00


O valor desta inscrição é RELATIVO APENAS À APRESENTAÇÃO DE TRABALHO e visa exclusivamente a custear os gastos com a publicação dos Anais. NÃO DÁ DIREITO A PARTICIPAR NAS DEMAIS ATIVIDADES DO EVENTO, NEM AO CERTIFICADO GERAL.

PAINÉIS*

Painel I: ENSINO JURÍDICO
Painel II: MOVIMENTO ESTUDANTIL
Painel III: CORRUPÇÃO E DIRETOS HUMANOS.
Painel IV: 20 Anos de Constituição: Parabéns! Por quê?

*Os Painéis serão sobre estes temas elencados. O nome específico de cada painel, bem como os debatedores de cada um, serão em breve divulgados.


Local de Realização: Crato-CE.
Data: de 21 a 24 de Maio de 2008.


MAIS INFORMAÇÕES

Centro Acadêmico Luiz de Borba Maranhão-CALUBOM
Telefones (88) 9223-3828 (Danilo Ribeiro) ou (88 )9244-6314 (Martinho Olavo) ou (88) 9614-9365 (Jonas Feitosa)
E-mail: ered2008@urca.br / Site: www.urca.br/ered2008 (em desenvolvimento)


I Planejamento - P@Jejamento 2008 - Lavras da Mangabeira


O P@Je organizou um momento de reflexão e discussão que ocorreu nos dias 26, 27 e 28 de janeiro de 2008, dias que maravilhosamente marcaram a trajetória dos pajean@s, em meio a muitos planos e o nosso sentimento empolgante que se propagará no decorrer desse ano que certamente atenderá às perspectivas de tod@s, com muito esforço e dedicação que envolve o espírito e a força de vontade dos pajean@s.

Não sendo possível esquecer que esses dias também envolveram a comemoração das datas dos aniversariantes pajean@s, Martinho e Alexandra, muito celebrado! ! outras presenças nesse ilustre momento: Danilo, Phelipe, Jordanna, Diana, João Adolfo, Keline, Jamerson e Marcílio e Suiane como apoiadores.

Começamos muito bem, com a Mística idealizada por Jordanna e Martinho, que originou um momento singelo, muita harmonia e paz, e não poderíamos terminar melhor, o Boqueirão pra fechar com chave de ouro! !

Gostaria de agradecer a esplêndida recepção que nos ofereceram durante os dias frios e aconchegantes, acalorados pelas discussões e relatos, na pequena e bastante receptiva cidade de Lavras, muito bem representada pelos pais do Martinho e seu irmão e apoiador do encontro Marcílio.

Parabenizar a energia e disponibilidade de tod@s para a efetivação desse momento extraordinário, muito emocionante, de entrosamento e conhecimento, fundamental para o constante fortalecimento do P@Je, em todos os níveis, nas nossas mentes e corações, e claro já podemos pensar no próximo 2009! !



CHEGAMOS! ! !


COM MÚSICA AO VIVO E TUDO MAIS... PA RA BÉNS PRA ...


MUITO BEM VINDOS...ÔHH TERRINHA BOA! !


IDÉIAS, IDÉIAS E IDÉIAS


SIMPLESMENTE LAVRAS! !


HORA DA DESCONTRAÇÃO...


VALEU PESSOAL...

ANSIOSOS PARA O PRÓXIMO! !

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O P@Je e o GEMA (Grupo de Estudos Marxista) realizam atividade com o MST contra a Transposição das Águas do Rio São Francisco, em 06/Jan/2008



RELATÓRIO DA ATIVIDADE CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO NO ASSENTAMENTO 10 DE ABRIL DO MST/CE


Crato, 06 de Janeiro de 2008.


O P@Je, juntamente como o GEMA (Grupo de Estudos Marxistas) executou a atividade, há tempo planejada, sobre a transposição do Rio S. Francisco. Essa atividade foi sugerida pelo GEMA e tinha o real propósito de mostrar as mentiras e os ataques brutais e traiçoeiros do governo Lula à classe trabalhadora através do mega projeto de INTEGRAÇÃO DE BACIAS DO NORDESTE SETENTRIONAL e, ao mesmo tempo, possibilitar uma aproximação com as camponesas e os camponeses do Assentamento 10 de Abril.
Houve um pequeno imprevisto no translado em razão do atraso de alguns companheiros e por isso, ao chegarmos ao assentamento, alguns dos campesinos já tinham se retirado. O fato é que chegamos por volta das 14:20H e iniciamos a atividade mais ou menos às 14:40H. Éramos 12 (doze) participantes (Martinho-P@Je, Marcos-GEMA/PSTU, Daianna-GEMA/PSTU, Ivaneide-GEMA/PSTU, Danilo-P@Je, Evilásio-GEMA/LBI, Ítalo-GEMA, Artur-GEMA, Paulo-GEMA, Diego-GRUNEC, Júnior-LBI e a namorada do Júnior que não me recordo o nome), já @s assentad@s estavam em número aproximado de 25 (vinte e cinco). Foi dividido, inicialmente, os três GTs como já estava previsto:
O GT 1: QUAL A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA VOCÊ?;
O GT 2: O QUE VOCÊ ENTENDE POR TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO?; e
O GT 3: É POSSÍVEL ACABAR COM A SECA? E COM A SEDE?

Nos GTs, foi provocado as falas dos assentados e das assentadas, das quais se verificou-se uma evidente falta de acumulo sobre o tema. Entretanto, tiveram falas com propriedade e mais a esquerda por parte de alguns integrantes do assentamento, com a fala do Paulo e da Dona Tereza, por exemplo. Cada GT tinha que discutir seu respectivo assunto e em seguida sistematizar de alguma forma o que foi concluído (poderia ser numa frase, uma poesia, um desenho, uma dramatização etc). Foi escolhido, dentro de cada grupo, um relator que ficou responsável por ir à frente e apresenta perante todos e todas a culminância das discussões. Das falas ficou patente o conhecimento que têm sobre os meios alternativos por serem beneficiados com alguns como cisternas calçadão, poços, mandalas etc. Também foi apresentado por eles o problema do açude Thomaz Osterde de Alencar que, apesar de ser um açude público, beneficia apenas alguns particulares (latifundiários), havendo um grande desperdício de água. As camponesas e os camponeses ficam de mãos atadas, sem poder fazer nada diante de tal situação, foi dito. “Enquanto uns esbanjam, outros passam necessidade de água estando apenas a alguns metros de um açude”. Dentre tantas falas podemos destacar, nesse segundo momento, a fala do Paulo que disse ser a sede “uma questão social, política. Enquanto que a seca era um fenômeno natural”. Depois da apresentação dos GTs, o pajeano Martinho foi convidado para fazer uma fala técnica (com dados, informações oficiais e oficiosas, números do projeto etc.) e política. A fala do Martinho mostrou que o projeto do governo Lula não será para a dessedentação humana e nem animal, mas será prioritariamente para os grandes empresários e latifundiários. Mostrou por onde a água irá passar, quanto vai custar, quem e com irá ser paga, quais os grupos que ganham com isso, quem são os reais prejudicados, quem contesta esse projeto e quais as alternativas. No debate, houve diversas falas, tanto por parte dos integrantes do GEMA e do P@Je, quanto por parte dos integrantes do assentamento 10 de Abril. Porém, devem-se destacar as falas do senhor “Major” e da dona Tereza. O primeiro pediu a fala para dizer que nós não deveríamos atacar Lula, que ele não tem culpa disso, que ele está sendo vítima, que ao falarmos mal de Lula os Tucanos serão beneficiados. Disse ainda, que não deveríamos queimar Lula. Então dona Tereza toma a palavra e diz: “Lula é quem tá tocando fogo em nós”. Paulo, um dos assentados, disse que não se tratava de estar simplesmente contra Lula, mas de estar contra aqueles que estão contra o trabalhador. Ele disse, “tem gente que diz: eu sou PT. E se acomoda achando que não deve mais lutar porque colocou Lula lá”. Dentre tantas falas, foi notada a preocupação em relação a participação da juventude nas discussões. Não há jovens, a formação de novos quadros não existe, pelo menos na realidade do 10 de Abril. Então, ficou de se marcar uma nova data para se discutir a formação política dos e das jovens do assentamento.


Seguem a abaixo o texto que foi redigido e distribuído lá!


PARA QUEM IRÁ A NOSSA ÁGUA?

O projeto de Transposição das águas do Rio São Francisco, chamado pelo governo LULA de “Projeto de Integração das Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional”, é a transferência de parte da água da bacia do Rio São Francisco para outras bacias do Nordeste. É uma intenção que existe desde o Império na época de Dom Pedro II que vem sendo modificado ao longo dos anos com um claro interesse eleitoreiro e de concentração de renda. Segundo esse projeto a água transportada serviria para matar a sede de gente e animais. Será 622 km de canais, nove estações de bombeamento, 27 aquedutos, 8 túneis, 35 reservatórios e duas centrais hidroelétrica. Existem dois eixos pelos quais passará essa água. Um inicia em Petrolândia e outro que inicia em Cabrobó.
Quando nos deparamos com esses números, a primeira vista parece algo bom, um projeto que trará água para uma terra sofrida, seca, que clama por água praticamente o ano todo. Porém, quando procuramos ver quem e quais os interesses que estão por trás desse grande projeto percebemos que o pobre, o camponês, homens e mulheres do campo, não serão beneficiados. Só pra começar:

1. 70 % das águas serão para a criação de camarão e para a produção e exportação de frutas cultivadas na base da monocultura (grandes latifundiários);
2. 26% para a indústria (exemplo disso é a Siderúrgica Ceará Steel que está instalada no litoral cearense), dentro desse percentual incluem-se uma parcela de água para os centros urbanos;
3. Apenas 4% da água irão para a população espalhada na caatinga;
4. Somente 0,23% da população que sofre com a seca seriam beneficiadas;

QUANTO VAI CUSTAR?

O governo disse que inicialmente que seriam R$ 3,6 bilhões, mas já mudou seus cálculos. Agora estima que seja gasto nos primeiros quatro anos em torno de 6,6 bilhões. Até 2020 espera-se gastar um total de 20 bilhões de reais. Para que seja mantida, o governo deverá gastar anualmente um total de R$ 93 milhões. No entanto, as alternativas existem e são muito mais baratas e eficazes. Enquanto a Transposição de parte das Águas do Rio São Francisco requer 20 bilhões de Reais para atender, supostamente, 15 milhões de pessoas em apenas 04 estados da região Nordeste, os projetos alternativos da ASA atenderiam 34 milhões de pessoa nos nove estados da região Nordeste e mais o Norte de Minas Gerais gastando apenas R$ 3,5 bilhões, ou seja, quase seis vezes menos.

QUEM VAI PAGAR ESSA CONTA?

Nós todos os cidadão é quem pagaremos essa conta enorme. Serão aumentadas nossas contas de água e luz. Dessa forma nós pagaremos para os grandes empresários usarem nossa água. Vejamos, portanto, quem ganha com isso:

QUEM GANHA COM ISSO?

Só quem ganha com isso são as multinacionais que exploram a monocultura e cultura do camarão como: COMPESCAL (CE), CAMANOR em Porto do Mangue (RN), POTIPORÃ (empresa do grupo Queiroz Galvão) (RN), DACE – Dallas Com. Exp. Ltda (CE), VALESKA (CE), entre outras. Ainda as grandes empreiteiras que farão as obras: Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, EIT, dentre outras. Essas empreiteiras e outros grupos serão beneficiados também em virtude dessa dita integração de bacias servir de suporte para a Transnordestina que está sendo construída e sai do município de Eliseu Martins no Piauí e deverá chegar até o Porto de Suape no Pernambuco. Só essa obra custará R$ 4,5 bilhões e servirá, principalmente, para os grandes burgueses escoarem a sua produção.

QUEM É PREJUDICADO?

As tribos indígenas que sequer foram ouvidas como exige a lei e estão sendo retiradas a força de suas terras; as comunidades quilombolas que da mesma forma estão sendo violentados ao saírem de suas terras; também as comunidades de pescadores; os camponeses serão profundamente prejudicados, por terem muitos que sair de suas terras às margens do rio, por não ter mais acesso a água, por ter que pagar caro para ter uma água de péssima qualidade; não podemos esquecer que todo o meio ambiente será prejudicado, pois foram detectados 44 impactos ambientais, dos quais 36 são negativos; Enfim, serão prejudicados todos os trabalhadores e trabalhadoras que pagarão caro por um projeto que tem a intenção de lhe roubar o pão.

QUEM CONTESTA?

Povos e comunidades tradicionais, camponeses, mais de 200 movimentos sociais e organizações nacionais e internacionais, Procuradoria Geral da República, Tribunal de Contas da União, Ministério Público (Estaduais e Federal), milhares de pessoas em todo o Brasil. Foram ajuizadas 14 (quatorze) ações em diversos estados brasileiros por organizações da sociedade civil.


QUAIS OS PROJETOS ALTERNATIVOS?

Existe mais de 144 tecnologias para o meio rural, a maioria testada pela ASA (Articulação do Semi-Árido). O Atlas Nordeste da Agência Nacional de Águas (ANA) mostra 530 obras que atenderiam 34 milhões de pessoas nos nove estados do Nordeste mais o Norte de Minas gastando apenas R$ 3,5 bilhões. Como exemplos têm as cisternas (P1MC, P1+2), mandalas, barragens sucessivas, barragens subterrâneas etc.


DIGA NÃO À TRANSPOSIÇÃO DO VELHO CHICO!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Politica de

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domingo, 30 de dezembro de 2007

O FIM DE UMA ETAPA E O INÍCIO DE OUTRA

O FIM DE UMA ETAPA E O INÍCIO DE OUTRA

Às minhas queridas pajeanas e aos meus queridos pajeanos e outr@s companheir@s não menos importantes,

Este ano foi de fato um divisor de águas para a nossa história. Digo nossa história, mas não me refiro apenas à história do P@Je e sim a história de cada um de nós como pessoas. Há um pouco mais de ano atrás, estavam ingressando no P@Je uma galera que deu o ar de sua graça e disse ao que veio. Ere! Que ciclo de recepção de novos membros arretado foi aquele?!
O tempo passou tão rápido que eu nem em dei conta direito, só agora que chega ao final do ano é que me dei conta. O tempo não passa quando estamos fazendo o que gostamos, com pessoas que gostamos.
Esse ano nós experimentamos altos e baixos. Porém os altos foram em maior número. Os nossos momentos felizes prevaleceram diante das tristezas. Conseguimos realizar diversas oficinas e participar e promover vários eventos. Para citar alguns: ciclo de oficina sobre educação popular com os educadores do Projeto Nova Vida, oficina de Diversidade Sexual em parceria com o CA Paulo Freire do curso de Pedagogia da URCA, atividades do 08 de Março com a Casa Lilás e a CONLUTAS, tivemos membros participando do ERED/ERAJU, do ERENAJU, ENED, ENNAJUP, dos COREREDs, realizamos o nosso CAFÉ-DEBATE: “Paulo Freire e Justiça Social. E eu com isso?”, o nosso II ECED. Gente isso foi muito importante! Esse ano nós deslanchamos nas publicações, tivemos gente em eventos nacionais e internacionais! Não podemos esquecer da nossa decisiva participação na luta pela democratização quanto a escolha do coordenador do curso de Direito, apesar da decepcionante atuação daquele que foi eleito e de ser clarividente que como se dá, o voto não é um mecanismo de demonstração da soberania popular nem de real democracia.
Os nossos projetos andaram em um marasmo durante o ano, as atividades no Projeto Nova Vida não conseguiam ser realizadas nas datas estabelecidas. Houve, em muitos momentos, uma falta de sintonia com os nossos companheiros. Talvez devamos ler mais Paulo Freire como disse o Prof. Fábio Rodrigues. Eu diria que certamente temos que ler mais.
Também a atividade da Cadeia foi uma grande conquista e uma profunda experiência que marcou minha vida. Para sempre carregarei as experiências vivenciadas e as que ainda serão vividas junto dos companheiros encarcerados nas cadeias do mundo, dentro e fora das prisões institucionais. Em 2007 os nossos projetos vacilaram em alguns momentos. O erro é algo natural àqueles que arriscam e não têm medo de errar. O importante é percebemos os erros nos momentos certos, rever os posicionamentos para se continuar de cabeça erguida a nossa jornada. Nós conseguimos aumentar o número de projetos (talvez isso não represente um efetivo avanço), mas isso demonstra vontade de atuar positivamente no meio social. Lembremos do CineP@Je que aos trancos e barrancos esteve servindo como espaço para a formação e discussão sobre temas de grande relevância como esperamos que continue a servir no decorrer do ano que vem.
Não podemos deixar de falar da nossa greve. Esse momento de efervescência política no seio da nossa universidade que tanto tem contribuído para a reflexão e para o alargamento da nossa consciência crítica. É importante frisar o papel do P@Je nesse processo, participando da construção do movimento grevista.
No ano de 2007 que se finda, tive a oportunidade de participar de duas atividades que me deram um pouquinho do gosto, pelo menos como aperitivo, de estar no fronte de uma revolução socialista. Estive, como muitos e muitas já sabem, em uma ocupação do Movimento de Trabalhadores Sem-Teto Urbano – MSTU de Belém do Pará, em Janeiro, momento em que entrei em contato com diversos trabalhadores explorados e oprimidos, com fome e sede de justiça, e também estive na ocupação da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará no mês de Novembro, como atividade do comando de greve unificado das Universidades Estaduais do Ceará. Pois é! Iniciei o ano ocupando e terminei ocupando! Heheheh! Veremos o que nos espera no ano que vem. Provavelmente deverei avançar nesse sentido, de ocupante passarei a incendiário (deverei queimar uns dois ônibus e alguns prédios). Isso vai ficar para ser pensado melhor durante o planejamento em Janeiro.
Uma palavra poderia resumir o meu ano de 2007, APRENDIZADO. Eu aprendi que devo ser menos chato; não cobrar tanto das pessoas; aprendi a compreender melhor os outros; a amar mais as pessoas como elas são; aprendi que há coisas na vida que parecem insignificantes, mas no fundo são os detalhes mais importantes, que nos proporcionam um avanço como seres humanos quais seja um abraço apertado num amigo, um minuto de conversa com alguém que precisa de sua atenção, demonstrar o seu afeto àquelas pessoas que se importam com você; ouvir o bater do coração e perceber que deve existir tempo para a gente mesmo (momentos de introspecção); aprendi que em todos os setores de nossa vida deve estar presente a nossa ação revolucionária; aprendi que eu tenho amigos e amigas com quem posso contar em todos os momentos de minha vida. Não falarei do que eu aprendi no campo teórico, pois foram muitas coisas, foram muitas as leituras. Prefiro ficar com os aprendizados afetivos, eles me servirão bem mais do que qualquer outro.

Diante disso, eu só tenho três coisas a dizer:

1ª) Obrigadoooooo! Obrigado, primeiramente, a Deus por me ensinar dia-a-dia a amar mais a causa dos oprimidos e explorados do mundo, por ser um amigo fiel nas horas mais difíceis e por me fazer compreender que é vontade Dele que lutemos pelo fim da sociedade de classes. Obrigado a tod@s vocês que me fizeram aprender essas coisas também. Obrigado pajean@s e ex-pajean@s: Danilo, Jâmerson, Yara, Daiana, Izabel, Jordanna, Larissa, Ana Larissa, Lucieudo, Phelipe, Paulo, Leandro, Camila, João Adolfo, Keline, Alexandra, Alyne, Socorro, Cássio, Synthya. Obrigado aos demais companheiros e companheiras: Fernanda Lívia, Marcos (PSTU), Thais Liane, à galera do Projeto Nova Vida (Zé, Miro, Vevé, Daniel, Otávio, Tairon, Samuel, Juliana, Carleston, Izabel, Lorinha), a minha mãe (Dona Cecília), meu mano Marcílio. Há mais gente a se agradecer, isso será feito em mensagens particulares.
2ª) Desculpas. Devo pedir desculpas sim àquelas pessoas a quem magoei. Eu não as relacionarei nesse texto, até porque poderão ter sido mais gente do que eu possa imaginar. Sei de algumas e a elas eu peço perdão e suplico que me aturem pelo menos por mais um ano.
3ª) Vamos a luta! Devemos alargas as trincheiras (como diz o Danilão). Espero que as nossas conquistas sejam maiores nesse novo ano. Devemos nos agregar de maneira mais direta aos demais revolucionários, àqueles que de fato comungam das nossas mesmas idéias que nós. O ano que vem nos aguarde, ele que se cuide, pois nós estaremos com todo o gás, de sola!
É interessante! Não passará de mais um dia após o outro. Entretanto, nem um outro dia nos permitiria expor tantas sensações, emoções, desejos.

Gente um feliz tudo de bom para todas e todos! Amém mais do que ontem e menos do que amanhã!

Ass.: Martinho Olavo Gonçalves e Silva em 30 de Dezembro de 2007.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Fotos prometidas...

Frei Cappio, defensor da causa do rio há 25 anos.


Crianças filhas de integrantes do MST, que passam sede e fome mesmo morando quase ao lado do rio!!


Trecho anteriormente navegado por barcos de grande porte, vejam hoje!!!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

DEBATE EM SALGUEIRO ! !

Pessoas totalmente excelentes no momento de responder aos questionamentos


Lúcia e Noelza (fazem parte da equipe administrativa da escola)


Tarcila e Aurivânia, cm vc's percebem Janine praticamente tirou foto pro profile dos Orkut's das garotas!!!


A fotógrafa (minha irmã, péssima, por sinal) e Maria Eugenia


Apresento-lhes o/a pra frente!!


Pra abrir... Tinha que ser nossa bandeira!!


Como todos e todas sabem, no dia sete de dezembro do corrente ano realizamos na Escola Professor Paulo Freire o debate "Mentiras e Verdades sobre a transposição do Rio São Francisco". Foi um debate proveitoso, onde a opinião geral da classe média ficou clara "somos favoráveis à transposição, mas não sabemos bem o porquê".



Houve a participação de professores, empresários, pais e alunos. Nosso público foi basicamente o Ensino Médio (o que foi uma surpresa, já que esperávamos a participação maciça da comunidade Acadêmica da cidade) e portanto circulamos primeiramente pelas informações mais básicas, para entrarmos nas questões mais profundas. Começamos com a exibição do filme "Águas do Ceará e os cursos da privatização", em seguida partimos para a apresentação do tema e, por último, foi aberto ao público(que a esta altura do campeonato já não era tão expressivo como no início, mas muitíssimo interessado no tema) para as perguntas e considerações.


No dia seguinte (08/12) participamos do programa de Rádio "Expressão Paulo Freire" na Rádio Salgueiro FM e (segundo meus pais, que são bastante suspeitos para falar, mas...) fomos bastante propositivos e claros.


Bom, seguem algumas fotos do debate e fotos também do Velho Chico que o Galego não postou.